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outubro 02, 2019



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Conversamos com alunos de jornalismo sobre o fato da discussão de prevenção ao suicídio existir apenas no mês de setembro; e quais sugestões poderiam ser tomadas para haver uma certa preocupação o ano todo. Obtivemos as seguintes respostas:

 
“Ter um mês específico é muito importante para a conscientização das pessoas que ainda não sabem o que é ou que fazer no setembro amarelo para seus amigos e familiares que precisam de ajuda. 30 dias falando sobre o tema e intensificando a campanha, vai ter uma abrangência maior de público. Reservar um mês propriamente pra isso gera resultados maiores de alcance sobre o que se trata nesse mês tão importante.”

E para a continuação da discussão sobre a prevenção após o mês de setembro acabar, seria aconselhável cada um ter dentro de si uma empatia pelo outro, não esperar por órgãos públicos ou instituições promover ações (claro que não excluindo completamente o apoio governamental), mas ficar atentos e conscientizados de que pode acontecer com qualquer um. Procurar ajudar todos os meses do ano é uma ótima forma de começar, sempre ouvir e tentar guiar ao psicólogo ou terapeuta faz uma grande diferença.

                     Luana Vidal, estudante de jornalismo.

Tivemos também outra opinião sobre o mesmo assunto, veja:

“Infelizmente o setembro amarelo não ajuda a resolver muita coisa, pois todo dia alguém precisa de ajuda, precisa ser ouvido! E quando não estamos no setembro, o assunto depressão ou suicídio é tratado como frescura. As pessoas são ignoradas e só são lembradas depois que já se suicidou.

Karoline Peres, estudante de jornalismo.

O certo a se fazer seria promover ações todos os meses para não esquecer como isso afeta independente do mês que estamos; criar ouvidorias exclusivas para esse tema; consultas grátis ofertadas pelo governo com psicólogos (pois todos sabemos que não é barato o valor de uma consulta) e isso interfere muito na ida de quem está passando por um momento ruim da depressão.”


Texto por, Juliana Vilas Boas.

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